Casos, tarefas, clientes, financeiro e documentos no mesmo lugar, e 21 estagiários de IA que não apenas conversam: eles agem. Criam caso, redigem a peça no editor, abrem tarefa e emitem cobrança. E quando você conecta o Sync, a carteira inteira dos tribunais entra junto — cada processo virando caso com número CNJ, partes, tribunal e vara preenchidos. O Sync é uma assinatura à parte: os dois são da Atende Direito e foram feitos para trabalhar juntos.
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Conecte o Sync e cada processo dos tribunais vira um caso já preenchido: número CNJ, partes qualificadas, tribunal, vara e valor da causa. Nada de digitar processo a processo. Depois disso a timeline fica viva — movimento, intimação, audiência e prazo entram sem você clicar. O Sync é assinatura à parte; sem ele, o caso é criado à mão ou importado por planilha.
Tudo que você registra — cliente, processo, instruções do escritório — vira contexto automático. Qualquer estagiário, em qualquer conversa daquele caso, já sabe do que se trata. Você para de repetir o caso toda vez que abre um chat.
Nada de copiar e colar do chat pro Word. A petição nasce num editor jurídico completo: timbrado aplicado, formatação no padrão forense, histórico de versões e exportação fiel em PDF e Word. Dá para editar junto com a equipe, ao vivo, vendo quem mais está no documento.
Prazo detectado pelo Sync não vai parar numa planilha: vira tarefa dentro do sistema, com responsável, data e alerta do que vence. O cálculo chega como sugestão, com a base legal à vista — a conferência final é sua. O quadro de tarefas em si, com checklists e workflows, funciona com ou sem o Sync.
Antes de qualquer peça chegar em você, um agente auditor confere partes, datas, valores, pedidos e dispositivos legais contra os documentos do caso. Se algo não bate, a peça volta — não segue.
Cada caso é a pasta completa: conversas, dados do processo, andamentos, documentos e tarefas juntos. Organize por fases e etapas num quadro arrastável, e receba alerta quando um caso ficar parado tempo demais.
Cadastro de clientes e contatos, pessoa física e jurídica, com campos que você mesmo cria. E um funil de origem de captação que responde a pergunta que todo escritório erra no chute: o que realmente traz cliente.
Honorários, receitas e despesas com previsto contra realizado. Emita Pix, boleto ou cartão de dentro do sistema: quando o cliente paga, a baixa acontece sozinha. Tem nota fiscal, recorrência, parcelamento e split entre advogados — e quem não é do financeiro não vê valores.
O painel que o dono abre de manhã: calendário do escritório, funil de fases em R$, produtividade por membro, radar de intimações e o financeiro do mês. Com cargos, times e controle fino de quem acessa o quê.
O sistema é completo sozinho, mas não vive isolado: ele conversa com o que o seu escritório já usa e executa rotinas sem ninguém mandar — como varrer os prazos toda manhã.
E se você já trabalha dentro de uma IA, o Meu Estagiário vai junto: são 33 ferramentas expostas por um servidor MCP próprio, que conecta Claude, Cursor e ChatGPT por uma URL autenticada. A mesma chave abre a API REST, com documentação OpenAPI publicada.
Cancele quando quiser.
Cancele quando quiser.
O que vem dos tribunais — importação da carteira, timeline viva, intimações e prazos — depende do Sync, que é uma assinatura à parte. Todo o resto do sistema funciona sem ele.
Prazo calculado por IA é entregue como sugestão, sempre com a base legal do cálculo à vista — a conferência final é do advogado. A importação da carteira é feita pelo dono ou por um administrador do escritório e respeita o limite de processos do plano.
É o sistema de trabalho do escritório de advocacia: casos, tarefas, clientes, financeiro e documentos num lugar só, com 21 estagiários de IA que não apenas conversam, mas agem dentro dele — criam casos, redigem peças a partir dos documentos, geram cobranças e abrem tarefas. Conectado ao Sync, que é uma assinatura à parte, ele também traz a carteira de processos dos tribunais e mantém a timeline de cada caso viva. É desenvolvido pela Atende Direito.
Pela integração com o Sync, que é uma assinatura à parte, também da Atende Direito. O Meu Estagiário não busca processos por conta própria: é o Sync que acompanha os tribunais. Com ele conectado ao workspace, você informa a OAB e a carteira inteira é importada — cada processo vira um caso já preenchido, com número CNJ, partes qualificadas, tribunal, vara e valor da causa, a partir do cruzamento de duas fontes em tempo real, a base oficial do CNJ e a checagem direta em cada tribunal, para máxima precisão. A importação é feita pelo dono ou por um administrador do escritório e respeita o limite de processos do plano. Sem o Sync, os casos são criados à mão ou importados por planilha, e todo o resto do sistema funciona normalmente.
São dois planos: o Lite, a R$ 29,90 por mês, e o Pro, a R$ 99,90 por mês, com cinco vezes mais créditos de IA. Os dois têm renovação mensal automática e nenhuma fidelidade — você cancela quando quiser.
A plataforma foi desenhada contra isso. Os estagiários redigem a partir dos autos e dos documentos do caso, e pesquisam jurisprudência em fontes reais na web em tempo real. Antes de a peça chegar em você, um auditor interno confere partes, datas, valores, pedidos e dispositivos legais contra esses documentos — se um dado não consta nos autos, a peça volta para correção. Prazos calculados por IA são entregues como sugestão, com a base legal do cálculo à vista, e a conferência final é do advogado.
Sync (processos e prazos na fonte oficial, assinatura à parte), Asaas (financeiro e cobranças), Google Workspace (Gmail, Agenda, Drive, Docs e Sheets), ZapSign (assinatura digital), ADVBOX (gestão processual) e Atende Direito One (mensagens no WhatsApp). Além disso, há API externa documentada e um servidor MCP próprio, com 33 ferramentas, para conectar Claude, Cursor ou ChatGPT.
Sim. O Meu Estagiário expõe um servidor MCP próprio com 33 ferramentas — casos, tarefas, pessoas, documentos, financeiro, checklists, workflows e webhooks. Você conecta por uma URL autenticada e opera em português. A mesma chave serve à API REST, que tem documentação OpenAPI publicada.
Dentro de um editor jurídico na própria plataforma — não num balão de chat. A peça nasce com o timbrado do escritório aplicado, formatação no padrão forense, histórico de versões e edição colaborativa ao vivo com o resto da equipe, e pode ser exportada com fidelidade em PDF e Word.